A vaginite bacteriana pode ser tratada com medicamentos como o metronidazol e a clindamicina, tal como prescrito pelo médico, e a maior parte da doença celíaca cervical não necessita de ser tratada com medicamentos, podendo ser tratada cirurgicamente, se necessário. A vaginite bacteriana deve-se principalmente à redução dos lactobacilos na vagina, às bactérias anaeróbias, à Gardnerella e a outras flora que se multiplicam, levando a infecções mistas. O tratamento consiste principalmente no tratamento anti-anaeróbico das bactérias, como o metronidazol sistémico ou tópico local, a clindamicina oral, etc. Deve notar-se que o metronidazol por via oral pode causar náuseas, vómitos e outras reacções adversas, e o álcool é proibido durante o período de toma. A clindamicina pode causar dor abdominal, diarreia, enterite pseudomembranosa e outras reacções adversas. A erosão cervical é um sinal clínico que se deve, na sua maioria, a causas fisiológicas e, em parte, a causas patológicas. O exame citológico e o teste do papilomavírus humano são efectuados para a erosão cervical e, quando necessário, realiza-se uma colposcopia ou uma biopsia cervical. Não é necessária qualquer medicação para as causas fisiológicas, mas se a causa for uma lesão intra-epitelial cervical ou um cancro do colo do útero, será administrado tratamento cirúrgico ou radioterapia de acordo com a situação específica. A vaginite bacteriana e a erosão do colo do útero devem ser tratadas num hospital regular, sob a orientação de um médico, e não devem ser abusadas em privado, pois podem causar desconforto.