A cetoacidose diabética de tipo 2 é normalmente recuperável se for tratada rapidamente e com uma boa condição subjacente, enquanto uma pequena percentagem de doentes pode desenvolver danos irreversíveis nos nervos e outras sequelas. A cetoacidose diabética de tipo 2 é causada principalmente por um controlo glicémico deficiente, pela decomposição das gorduras, resultando num grande número de corpos cetónicos no sangue. Clinicamente, a insulina é a principal escolha para o controlo, enquanto a reidratação salina e a monitorização rigorosa das alterações electrolíticas. Se o tratamento for normalizado e atempado, a cetose pode normalmente ser recuperada. Se não for efectuado um tratamento atempado e eficaz, a evolução da doença pode provocar sintomas como respiração profunda e abundante, desidratação, sonolência, perturbações da consciência, coma, etc., sendo depois difícil recuperar. Os doentes com diabetes de tipo 2 devem prestar atenção ao controlo da glicemia durante a semana e, em caso de cetoacidose, é necessário consultar o médico atempadamente e proceder a um tratamento normalizado.