Na prática clínica, existem duas causas principais de hipertrofia cervical: em primeiro lugar, a estimulação a longo prazo por várias condições inflamatórias agudas e crónicas, levando à hipertrofia das glândulas e do interstício do colo do útero e causando hipertrofia cervical. Em segundo lugar, o aumento uniforme dos cistos glandulares no fundo do colo do útero pode fazer com que o útero apresente graus variáveis de hipertrofia cervical e aumento da dureza. Normalmente, a hipertrofia cervical ligeira não tem, na maioria das vezes, manifestações clínicas. No caso de hipertrofia cervical moderada ou grave, pode causar desconforto específico, como dores nas costas, cólicas abdominais inferiores e aumento da quantidade de leucorreia. Os pacientes podem optar pela utilização de medicamentos como tampões celíacos e pessários para tratamento local. Se o colo do útero estiver demasiado aumentado, o tratamento cirúrgico como o microondas, faca de lepra ou faca de auto-coagulação também pode ser escolhido.