Após o aparecimento de aperto no peito e falta de ar na doença pulmonar obstrutiva crónica, a respiração pode ser melhorada através da utilização de broncodilatadores, sendo também necessário tomar medicamentos para a tosse e o catarro para eliminar adequadamente as secreções respiratórias.
1. fármacos broncodilatadores: devido à doença pulmonar obstrutiva crónica, os doentes sofrem de disfunção respiratória persistente ou dispneia, desencadeando assim aperto no peito e falta de ar, pelo que, através da utilização de fármacos anticolinérgicos, como o brometo de tiotrópio, o brometo de amónio, etc., para dilatar eficazmente os brônquios, podem ajudar a melhorar os distúrbios da ventilação respiratória, mas também podem aliviar os sintomas de aperto no peito e falta de ar.
2) Medicamentos expectorantes: Ao mesmo tempo que causam dispneia, aperto no peito e falta de ar, a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) pode também estimular repetidamente a membrana mucosa da faringe a produzir mais secreções, resultando na acumulação de catarro. Por conseguinte, a toma de medicamentos expectorantes, como o Ambroxol e a Acetilcisteína, pode remover eficazmente o catarro, desobstruindo assim as vias respiratórias, evitando o bloqueio das secreções e ajudando a aliviar sintomas como o aperto no peito e a falta de ar.
A doença pulmonar obstrutiva crónica tem de ser tratada o mais cedo possível, e a realização de testes regulares da função respiratória e o facto de se evitar o exercício extenuante podem ajudar a retardar os danos no tecido pulmonar. Os medicamentos acima referidos devem ser aplicados de forma normalizada e razoável, sob a orientação de médicos e farmacêuticos profissionais. Se os sintomas não melhorarem ou piorarem gradualmente, é necessário consultar atempadamente um hospital regular e cooperar com o médico para melhorar o exame e normalizar o tratamento.