Quais são as cardiopatias congénitas que predispõem à trombose cerebral?

A doença cardíaca congénita que predispõe à trombose cerebral é a tetralogia de Fallot, que predispõe à formação de trombos aderentes na presença de anomalias hemodinâmicas no coração, e ao deslocamento que leva à trombose cerebral na presença de fibrilhação auricular. Nos doentes com tetralogia de Fallot, a presença de um defeito do septo ventricular tende a provocar um shunt esquerda-direita, o que leva a um aumento do sangue na aurícula esquerda e, quando o sangue é viscoso, tende a formar um trombo aderente, que pode levar a um tromboembolismo cerebral em caso de fibrilhação auricular. Para evitar que a deslocação do trombo conduza a uma trombose cerebral, pode tomar medicamentos anticoagulantes, como o rivaroxabano, mas os medicamentos devem ser utilizados sob a orientação de um médico, não os tomando por conta própria, para não causar anomalias na função de coagulação. Ao mesmo tempo, os doentes com tetralogia de Fallot têm de ser submetidos a um tratamento cirúrgico atempado para poderem melhorar efetivamente. Recomenda-se a consulta atempada de um médico e a normalização do tratamento sob a orientação do médico.