Um EEG para pequenas convulsões pode esclarecer o diagnóstico. As convulsões de petit mal têm sinais patológicos únicos. Em geral, o médico pode basicamente fazer um diagnóstico baseado na história de convulsões e sintomas clínicos do paciente. Contudo, para assegurar a exactidão do diagnóstico, um EEG tem de ser aperfeiçoado.
O EEG durante o início de uma convulsão petit mal é visível como um pico de descarga a três vezes por segundo, em contraste acentuado com o EEG durante o período interictal. Contudo, a curta duração de uma crise de petit mal torna difícil a aquisição de um EEG durante o início da crise. Por conseguinte, um EEG ambulatorial de 24 horas é relativamente mais prático.
Além disso, um EEG só pode fornecer um diagnóstico definitivo de uma convulsão de petit mal, e não uma causa definitiva. Os pacientes precisam de refinar diferentes tipos e direcções de testes, tais como exames de TAC ao cérebro, exames de ressonância magnética e exames serológicos, dependendo das suas circunstâncias individuais, que são importantes para o tratamento subsequente.