Muitos pais gostam de adicionar mel ao leite do seu bebé, acompanhamentos ou água fervida com o objectivo de adoçar, apetite, nutrição e tratar a obstipação. O departamento de saúde realizou um inquérito sobre o mel no mercado e verificou que algum mel está contaminado com microrganismos e 20% contém levedura, indicando que a maioria do mel é de qualidade variável e não é recolhido e feito com um rigoroso controlo de qualidade. Isto é especialmente verdade para o mel produzido e vendido em oficinas caseiras, onde não há garantia de qualidade. Nos adultos, o tracto gastrointestinal pode defender-se contra bactérias que entram no organismo, mas nos lactentes, a função gastrointestinal ainda não está madura e muitas bactérias (especialmente as que podem tomar a forma de esporos) não podem ser completamente eliminadas e podem continuar a multiplicar-se no intestino e a segregar toxinas que, quando absorvidas pela mucosa gastrointestinal, podem danificar as suas já frágeis defesas e causar doenças. Tem havido casos em todo o mundo de bebés e crianças a morrer de mel. Para além das habituais reacções gastrointestinais, tais como vómitos e diarreia, o perigo mais grave é o do Clostridium botulinum, que liberta uma neurotoxina especial que causa vómitos, confusão, distúrbios da fala, dificuldades de deglutição, visão turva, pupilas dilatadas e A taxa de mortalidade é muito elevada. Por esta razão, é melhor evitar mel para bebés e crianças com menos de um ano de idade.