Haverá uma segunda recorrência da faringite após o tratamento?

A distribuição das lesões na faringite é limitada às áreas localizadas da cavidade oral, como o palato mole, o palato e as amígdalas. Os principais tipos comuns de faringite são a faringite herpética, a faringite de fanshawe e a faringite por deficiência de granulócitos. Após o tratamento, existe ainda a possibilidade de recidiva secundária.
1) Faringite herpética: inflamação herpética aguda causada pelo coxsackievirus A. Ainda há falta de medicamentos antivirais ou vacinas muito eficazes, e os doentes com baixa função imunitária ou resistência diminuída podem sofrer uma recorrência da doença.
2) Faringite de Fanshawe: é um tipo de faringite ou amigdalite subaguda infetada por Clostridium difficile e espiroqueta de Fanshawe, que se caracteriza por uma reação inflamatória limitada óbvia e pela formação de úlceras. Estes dois agentes patogénicos podem coexistir na cavidade oral de uma pessoa saudável sem causar doença, mas podem ser induzidos quando a resistência do organismo é reduzida. Podem também ser transmitidos através da partilha de utensílios de comer e beber, pelo que podem reaparecer duas vezes após o tratamento.
3. faringite por deficiência de granulócitos: esta doença é frequentemente secundária a envenenamento por drogas, como analgésicos e sulfonamidas, e também pode ser causada por radiação, infeção e resposta imune. Os doentes têm, por vezes, dores de garganta graves, sendo observadas úlceras necróticas no istmo faríngeo, cobertas por uma pseudomembrana castanha escura, e os tecidos circundantes são pálidos e isquémicos. O palato mole e as gengivas apresentam frequentemente as mesmas lesões, podendo também ocorrer recidivas secundárias após o tratamento.
Se sofrer de faringite, mesmo após o tratamento, existe a possibilidade de uma recorrência secundária, como o reaparecimento de um desconforto semelhante, deve procurar ativamente tratamento médico, seguir as instruções do médico, normalizar o diagnóstico e o tratamento.