As pedras-toneladas geralmente não aumentam quanto mais se apanha nelas. A formação de pedras de amígdala deve-se principalmente à acumulação de detritos alimentares e epitélio nas criptas de amígdala, que se calcificam durante um longo período de tempo, e as criptas continuarão a existir depois das pedras serem removidas, e novas pedras continuarão a ser formadas. Além disso, a remoção de pedras não resulta normalmente em criptas de tonsilas cada vez maiores, e portanto não resulta em mais e mais pedras. Contudo, recomenda-se que os pacientes com pedras de amígdalas tentem evitar escolhê-las à mão, porque muitas vezes as pedras não são completamente removidas pela sua própria manipulação, e podem fazê-las cair acidentalmente no esófago e na traqueia, bloqueando as vias respiratórias, causando asfixia, dificuldades respiratórias e outras consequências adversas, ou mesmo a morte por asfixia em casos graves; além disso, a acção de apanhar pedras pode também danificar o tecido das amígdalas, causando hemorragia, infecção e outras situações Isto não é conducente à recuperação das pedras das amígdalas, podendo mesmo agravar a condição. Por conseguinte, recomenda-se que os doentes com amígdalas procurem activamente cuidados médicos e escolham um profissional médico para o tratamento. Os pacientes são aconselhados a visitar o hospital em tempo útil e sob a orientação de um médico para reduzir o risco de recorrência de cálculos. Geralmente, as pequenas pedras podem ser removidas por um médico com um alicate ou aspiradas por pressão negativa. Pedras maiores e com recidiva precisam de ser tratadas cirurgicamente, ou seja, amigdalectomia ou litotripsia excisional. A cirurgia é o principal método para curar as pedras de amígdala. Além disso, bons hábitos de higiene oral na vida diária e o enxaguamento atempado da boca após as refeições também são úteis para evitar a recorrência de pedras.