(1) Doenças fúngicas superficiais, invadindo principalmente a epiderme, unhas e pêlos, causando o ancilóstomo clinicamente comum, o verme de anel, o verme de anel e a dermatite de Candida, sendo responsáveis por mais de 90% das doenças fúngicas da pele, diagnosticadas por manifestações clínicas mais microscopia fúngica. (2) Doenças fúngicas profundas, que invadem principalmente a derme, tecido subcutâneo e órgãos viscerais, a incidência é baixa mas prejudicial, tais como esporotricose, micose de coloração, criptococose, candidíase sistémica, etc. O diagnóstico baseia-se em manifestações clínicas mais cultura fúngica e histopatologia. 2, prevenção e controlo de doenças fúngicas pouco profundas: (1) eliminar a fonte de infecção; (2) cortar a via de transmissão; (3) remover factores susceptíveis; (4) aumentar a resistência; (5) diagnóstico precoce e tratamento precoce; (6) tratamento preferido dos agentes antifúngicos tópicos. (3) Susceptibilidade a doenças fúngicas profundas: (1) antibióticos de largo espectro; (2) investigações e tratamentos invasivos tais como canulação intravenosa; (3) utilização de glicocorticóides e outros agentes imunossupressores; (4) doenças com sistemas imunitários comprometidos tais como diabetes, tumores, infecção por VIH; (5) transplante de órgãos.