A vacinação não é recomendada durante o aparecimento da urticária, mas a necessidade de algumas vacinas que são limitadas no tempo e têm um elevado risco de prevenção da doença deve ser ponderada em relação à necessidade de vacinação, conforme prescrito pelo médico.
A vacinação não é recomendada durante um ataque agudo de urticária. Durante este período, o organismo encontra-se num estado de hipersensibilidade e as vacinas são uma classe de substâncias que induzem alergias, pelo que a vacinação não é recomendada.
No entanto, deve ter-se em atenção que algumas vacinas têm um limite de tempo para a vacinação pós-exposição e que as doenças a que se destinam são mais graves e podem ser fatais quando a doença se desenvolve, por exemplo, a vacina contra o tétano, a vacina contra a raiva, etc., pelo que deve avaliar o nível de exposição, ponderar a necessidade de vacinação e os riscos associados, sob a orientação do seu médico. Se for possível esperar, a vacinação deve ser administrada depois de a urticária ter diminuído e estar sob controlo.
Em conclusão, os doentes com urticária que necessitem de ser vacinados devem decidir se precisam de ser vacinados atempadamente, sob a orientação de um médico profissional, e não devem fazer um julgamento cego e descartar a vacina por si próprios para evitar consequências adversas.