A alveolite seca pode ser basicamente excluída se não sentir dores fortes e evidentes e um odor pútrido na alvéola de extração cerca de 3 dias após a extração do dente do siso. O alvéolo seco é uma infeção por trauma ósseo na ferida de extração, que ocorre principalmente cerca de 3 dias após a extração. O alvéolo seco deve-se principalmente à falta de formação de coágulos sanguíneos na ferida de extração, o que leva à exposição do osso alveolar e à infeção, resultando em osteomielite localizada. Sem tratamento adequado, a dor pode agravar-se gradualmente. Os doentes não são aconselhados a chupar repetidamente, a abrir muito a boca para ver o alvéolo de extração, ou mesmo a picar o alvéolo de extração com instrumentos como palitos, por receio de desenvolver alvéolo seco. Estes comportamentos podem causar hemorragia na ferida, danos nas articulações ou deslocação de coágulos sanguíneos, o que, por sua vez, aumenta a probabilidade de desenvolvimento de alvéolos secos. Se não houver problemas 3 dias após a extração, a síndrome da alveolite seca pode ser excluída. Se 3 dias após a extração do dente, o doente sentir um sabor a podre na boca, a dor na zona de extração piorar gradualmente e irradiar para a parte temporal do ouvido, para o topo da cabeça e para a zona mandibular, ou vir secreção de pus, significa que pode ocorrer a síndrome do alvéolo seco e, nesta altura, o doente deve dirigir-se atempadamente ao serviço de estomatologia do hospital habitual, para que o médico profissional possa tratar da ferida da extração do dente.