Como todos sabemos, a vertigem e a vertigem são um dos sintomas clínicos mais comuns, com anatomia, fisiologia e etiologia complexas, e o processo de tratamento envolve frequentemente conhecimentos teóricos básicos multidisciplinares e técnicas de tratamento em otologia, neurologia, e mesmo medicina interna geral e psiquiatria, uma vez que geralmente encontramos dificuldades no nosso trabalho. Antes de mais, temos de ser claros de que a vertigem é uma alucinação motora. A vertigem rotacional comum ou vertigem “verdadeira” sugere uma lesão no canal semicircular ou na via nervosa central. Os pacientes com vertigens têm um sentido distinto de rotação própria ou externa, e quando vêem objectos a rodar, é provável que seja acompanhado por nistagmo. Embora alguns profissionais não considerem as sensações de rotação intracraniana descritas pelos pacientes como sendo de valor clínico, os autores observaram que muitos pacientes com verdadeiros distúrbios vestibulares (como BBPV) experimentam este tipo de vertigem. Os pacientes com vertigens “verdadeiras” têm frequentemente outros sintomas tais como desequilíbrio deficiente, instabilidade da marcha (ou obliquidade), náuseas e vómitos. A tontura (ou alguma outra sensação relacionada, como a vertigem) pode ser difícil de definir com precisão, quer para o paciente quer para o profissional. Os pacientes descrevem frequentemente a sensação de vertigem, tombo, tremores e uma sensação de pisar o algodão. Estes sintomas podem ser observados em perturbações do sistema vestibular, especialmente na fase não-aguda, bem como em condições médicas (por exemplo, anemia, hipoglicemia, doença cardíaca) ou perturbações psicológicas. É útil pedir ao doente para comparar os sintomas com o tempo vivido na vida quotidiana. Os pacientes descrevem frequentemente a vertigem “verdadeira” como uma sensação de estar bêbado, andar de carrossel, velejar num barco no mar ou estar enjoado. Esta descrição inexacta da vertigem pode ser um sintoma transitório entre um ataque vestibular agudo e a recuperação total. Portanto, pode ser feita uma distinção simples entre os dois em termos da definição acima e as queixas do paciente.