Uma dor de garganta pode ser devida à presença de reacção inflamatória na garganta e amígdalas, quando a própria resistência é baixa. A vacinação pode levar ao agravamento da reacção inflamatória, que pode não estimular o organismo a produzir os anticorpos protectores correspondentes, de modo que a vacina não possa desempenhar bem o seu papel protector e preventivo. Contudo, devido à variedade de vacinas, a vacinação no momento da dor de garganta pode também não ter qualquer efeito sobre o efeito das vacinas: i. agravamento: as vacinas são substâncias estranhas ao corpo humano, e a maioria das vacinas são vacinas inactivadas. Quando vacinadas durante o período de inflamação da garganta, podem agravar a dor de garganta e até agravar os sintomas da inflamação, causando bronquite, traqueíte, e até pneumonia e outras doenças respiratórias. Os doentes podem sentir tosse, catarro, dificuldade em respirar, febre, etc., tornando mais difícil o tratamento e a recuperação de constipações. Em segundo lugar, causar reacções adversas: 1. sintomas locais: vermelhidão, inchaço, dor, dor e nós duros no local de inoculação; 2. sintomas sistémicos: pode ocorrer mal-estar, febre, mialgia, dor de cabeça, etc., e podem também ocorrer reacções alérgicas, mesmo anafilaxia; 3. sintomas do sistema digestivo: náuseas, vómitos, perda de apetite, etc., podem ocorrer em graus variáveis. Além disso, os doentes são aconselhados a esclarecer a causa da dor de garganta e a tratá-la sintomaticamente, e a vacinação pode ser suspensa. Em ambientes com muita gente, prestar atenção à auto-protecção, descanso diário e beber mais água para promover a recuperação precoce da garganta, e a vacinação só pode ser dada após a cura.