Na prática clínica, o espessamento lipídico pode ser tratado com aspirina e fármacos que reduzem os lípidos, tais como atorvastatina, fármacos que reduzem os lípidos à base de niacina, bem como fármacos que reduzem os lípidos no sangue ou triglicéridos, tais como fenofibrato. Há dois aspectos da dislipidemia: por um lado, viscosidade sanguínea elevada, também conhecida como hiperviscosidade, e por outro lado, lípidos sanguíneos elevados como triglicéridos elevados, colesterol, LDL, apolipoproteínas e assim por diante. Para além dos medicamentos acima mencionados, tais como aspirina, estatina ou niacina e fibratos, é também necessário um controlo dietético, por exemplo, para reduzir o consumo de amendoins, sementes de melão e nozes, uma vez que estes alimentos podem conduzir a triglicéridos elevados. Reduzir também o consumo de carnes gordas, panelas quentes, carne assada, miudezas animais, marisco, gema de ovo, natas, manteiga, banha e outros alimentos gordos que podem aumentar o colesterol, LDL e Apolipoproteína, uma vez que estes podem aumentar o nível de concentração lipídica. É também importante fazer exercício e participar em actividade física, especialmente se tiver excesso de peso, para promover o regresso aos lípidos sanguíneos normais.