Se o doente estiver a ovular, a descarga aumentará durante este período, o que levará à descarga da leucorreia com um fluxo quente. A leucorreia é normalmente inodora e o doente não sente qualquer outro desconforto. Este é um fenómeno fisiológico natural e não requer intervenção. Contudo, se houver outras manifestações, factores patológicos podem ser considerados.1. Vaginite: As pacientes com vaginite bacteriana, micota ou tricomonas tendem a ter mais secreções, incluindo a vaginite micota, que resulta em leucorreia anormalmente espessa, e a paciente sente que a leucorreia é acompanhada por um fluxo quente. Se a paciente tiver cervicite, a descarga vaginal aumentará e alguns pacientes sentirão um súbito fluxo quente na parte inferior do corpo, acompanhado de corrimento leucorreico, geralmente acompanhado de comichão vulvar e sensação de ardor, pode seguir os conselhos médicos para utilizar laser, congelamento, infravermelhos microondas e outros métodos de fisioterapia, se necessário, sob a orientação de um médico para cirurgia; 3. Endometrite: Os doentes com endometrite podem ter leucorreia purulenta com uma pequena quantidade de sangue, que pode ser descarregada com o fluxo de calor. Os pacientes devem ir prontamente para o hospital e seguir os conselhos médicos para cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Os pacientes devem prestar atenção à higiene pessoal, especialmente quando há muita alta, devem mudar a roupa interior a tempo de evitar infecções.