O que é mais grave, o carcinoma pulmonar in situ ou o adenocarcinoma in situ?



Não existe uma definição do que é mais grave: carcinoma do pulmão in situ ou adenocarcinoma in situ, porque o adenocarcinoma in situ é um dos muitos tipos de carcinoma do pulmão in situ. Sugere-se que os doentes com carcinoma do pulmão in situ sejam submetidos a uma intervenção cirúrgica o mais rapidamente possível, de acordo com o conselho do médico, que tem uma certa probabilidade de curar a doença.

O carcinoma do pulmão in situ divide-se em vários tipos, como o adenocarcinoma in situ, o carcinoma escamoso in situ, etc. O carcinoma pulmonar in situ significa que a lesão primária do doente se encontra no pulmão e ainda não metastizou, pelo que se trata também de um cancro do pulmão em fase inicial. Os doentes podem apresentar sintomas como tosse com expetoração, hemoptise e aperto no peito. Pode ser tratado através de cirurgia toracoscópica e ressecção completa do cancro do pulmão, tal como prescrito pelo médico.

Uma vez que a lesão ainda não metastizou, existe uma maior probabilidade de cura da doença através da cirurgia. Se a doença evoluir para uma fase intermédia ou tardia, as células cancerígenas espalhar-se-ão e a probabilidade de cura diminuirá, o que também colocará em perigo a vida do doente.

Por conseguinte, recomenda-se que os doentes com carcinoma in situ sejam detectados e tratados o mais cedo possível, e que se desloquem ao hospital para exames regulares após a cirurgia, a fim de avaliar a sua recuperação física e se a doença recidivou.