A gravidade da bronquite eosinofílica, também conhecida como bronquite eosinofílica, está intimamente relacionada com a apresentação clínica do doente e o grau de elevação eosinofílica sugerido pelas análises ao sangue. Na bronquite eosinofílica, as principais manifestações clínicas são uma tosse seca, baixa expectoração, aperto torácico e falta de ar, frequentemente acompanhados de rinite alérgica e urticária alérgica. As análises ao sangue sugerem um aumento acentuado dos eosinófilos, especialmente na proporção de eosinófilos nas células da expectoração induzida. O tratamento da bronquite eosinofílica baseia-se principalmente na terapia hormonal anti-inflamatória e antialérgica, e os antibióticos não são facilmente utilizados. A bronquite eosinofílica insere-se na categoria de asma atípica e, se não for tratada prontamente, os ataques repetidos podem facilmente evoluir para a asma brônquica típica. Precisa de ser detectado precocemente, dado o tratamento anti-inflamatório precoce e agressivo, e removido dos alergénios para evitar ataques repetidos que podem agravar a condição e levar à asma típica e asma grave.