O que fazer com uma testa encovada

As depressões da testa podem ser divididas em depressões hemifaciais e depressões centrais. Uma depressão hemifrontal é uma depressão que ocorre apenas num lado da testa. Devido à anatomia específica da testa, as depressões hemifaciais podem ser acompanhadas por depressões na área das pálpebras, na área das bochechas e até metade da face, e podem ser devidas a genética congénita ou displasia, bem como a traumatismos e infecções. A depressão atrófica secundária é uma forma comum de depressão hemifacial e a reparação de uma testa hemifacial deprimida pode ser conseguida através de cirurgia plástica, ou seja, através de um preenchimento protético após o fim da atrofia. A prótese pode optar por cartilagem autóloga da costela, enxerto de gordura dérmica, película de silicone, expansão, etc., sendo a cartilagem autóloga a mais indicada. Para a depressão mediana da testa, que é a depressão da área mediana da testa, esta depressão é maioritariamente congénita, podendo mesmo o osso da testa também ter depressão. A maior parte das depressões da testa são congénitas e a maior parte delas já pararam de progredir quando são descobertas mais tarde na vida. As depressões podem ser preenchidas fazendo incisões na pele com cirurgia plástica em “W” e implantando cartilagem autóloga, derme, gordura e borracha de silicone.