Nomenclatura da asfixia neonatal

A asfixia neonatal é a incapacidade de o feto estabelecer uma respiração regular após o parto devido a uma variedade de causas pré-natais, intraparto ou pós-natais, sendo a hipoxemia, a hipercapnia e a acidose as principais alterações fisiopatológicas. A asfixia neonatal é uma das causas mais importantes de morte neonatal e de incapacidade infantil. A essência da asfixia neonatal é a hipóxia, e qualquer fator que afecte a troca de gases placentários e residuais pode levar à asfixia, que ocorre maioritariamente após o início do trabalho de parto. A asfixia neonatal divide-se em asfixia ligeira e grave. Se o feto nascer com pele azulada na face e no corpo, respiração superficial ou irregular, batimentos cardíacos regulares e fortes, frequência cardíaca de 80 a 120 batimentos por minuto, reativo a estímulos externos, bom tónus muscular e reflexos laríngeos, então considera-se asfixia ligeira com uma pontuação de Apgar de 4 a 7; se o feto nascer com pele pálida, lábios roxos escuros, sem respiração ou apenas com respiração ofegante e fraca, batimentos cardíacos irregulares, frequência cardíaca inferior a 80 batimentos por minuto e batimentos cardíacos fracos, então o feto nascerá com pele pálida, lábios roxos escuros, sem respiração ou apenas com respiração ofegante e fraca. A pontuação de Apgar é de 0 a 3. A fim de prevenir a asfixia neonatal, é importante reforçar os cuidados perinatais, tratar atempadamente as gravidezes de alto risco, acompanhar de perto as mulheres grávidas em trabalho de parto, evitar partos difíceis e reforçar a monitorização fetal para evitar a hipóxia intra-uterina. Em caso de asfixia neonatal, a reanimação neonatal deve ser efectuada em colaboração com obstetras e pediatras.