O tempo de sobrevivência da podridão do pé diabético sem amputação é difícil de avaliar, precisa de ser analisado de acordo com a situação específica, se apenas a infeção ligeira não puser em perigo a vida; se a infeção for grave, em qualquer altura existe um perigo para a vida.
1. sem necessidade de amputação: se a podridão do pé diabético não for grave, apenas uma infeção ligeira e um tratamento atempado, podem ser aplicados medicamentos anti-infecciosos, como a amoxicilina e a ceftazidima, etc., também podem controlar a situação.
2) Necessidade de amputação: Se o doente precisar de amputar, mas não estiver disposto a amputar, esta situação é mais grave. Se a infeção for mais grave, conduzirá a uma infeção sistémica, induzirá sépsis e septicemia, etc., o que colocará a vida em perigo; se não houver fornecimento de sangue ao membro distal e causar escuridão local, chama-se gangrena seca, que geralmente não coloca a vida em perigo.
Por conseguinte, se o especialista exigir a amputação, recomenda-se que o doente coopere ativamente com o especialista para evitar pôr a vida em perigo. O apodrecimento do pé diabético deve ser atempadamente encaminhado para o hospital.