Não existe a chamada forma mais simples de determinar o cancro do endométrio, que inclui uma análise exaustiva da história clínica, do exame clínico, do exame auxiliar e do exame anatomopatológico. A história clínica refere-se principalmente aos sintomas de hemorragia vaginal, corrimento vaginal e dor no baixo ventre nas mulheres pós-menopáusicas, enquanto as mulheres pré-menopáusicas apresentam principalmente perturbações do ciclo menstrual, período menstrual prolongado ou aumento do fluxo menstrual e, por vezes, também podem apresentar hemorragia vaginal irregular. O exame clínico inclui um exame ginecológico de diagnóstico triplo, prestando atenção ao tamanho do útero, à mobilidade e à presença de infiltração do tecido parietal. O exame complementar refere-se principalmente ao exame citológico, histeroscopia, ecografia vaginal, ecografia uterina e anexial, etc. Além disso, a TC pélvica do abdómen inferior e a ressonância magnética também podem ajudar no diagnóstico. O exame anatomopatológico envolve principalmente biópsia endometrial ou raspagem diagnóstica através de histeroscopia, sendo a raspagem diagnóstica segmentar o meio de exame mais utilizado e eficaz. O diagnóstico clínico do cancro do endométrio pode geralmente ser confirmado através dos exames acima referidos.