Os pólipos cervicais não requerem necessariamente cirurgia, mas a necessidade ou não de cirurgia é determinada por uma combinação de factores tais como o tamanho do pólipo cervical, a sua localização e a ocorrência ou não de malignidade. Os pólipos cervicais são devidos à estimulação a longo prazo da membrana mucosa do canal cervical, à formação de organismos redundantes, ao canal cervical fora do prolapso, ao aparecimento dos pólipos visíveis a olho nu. Se um pólipo cervical requer cirurgia está relacionado com o tamanho, localização e número de pólipos. Normalmente pólipos com menos de 1cm, se não houver sintomas desconfortáveis e nenhum efeito sobre a gravidez, podem ser revistos de seis em seis meses e não requerem cirurgia. Contudo, se o pólipo cervical for grande ou tiver uma ponta longa, e se ocorrerem sintomas como aumento do fluxo menstrual, períodos prolongados e hemorragia por contacto cervical, é necessário removê-lo cirurgicamente a tempo, e pode ser realizado um exame patológico durante a operação para excluir a possibilidade de alterações malignas. As mulheres devem prestar atenção à limpeza da vulva, minimizar o número de abortos, remoção de DIUs e DIUs, e fazer testes regulares de TCT e HPV para evitar a ocorrência de pólipos cervicais.