Existe uma correlação genética entre a subluxação atlantoaxial congénita (incluindo a subluxação), mas o mecanismo ainda não está bem compreendido. Se os familiares de pacientes com subluxação atlantoaxial congénita (especialmente crianças e adolescentes) apresentarem sintomas tais como desvio do pescoço, pescoço curto, baixa linha de cabelo posterior e movimento anormal do pescoço, são necessárias mais investigações.
Além disso, as famílias de doentes com subluxação atlantoaxial congénita devem também acompanhar de perto as suas próprias condições de saúde, evitar factores que possam desencadear subluxação atlantoaxial, tais como traumatismos no pescoço, sempre que possível, e efectuar controlos regulares quando necessário para permitir a detecção e tratamento precoces.