Se as condições o permitirem, podem ser recomendadas opções minimamente invasivas para a adenomiose, que podem ser melhores do que a cirurgia aberta. No entanto, a escolha da opção cirúrgica varia de pessoa para pessoa e tem de ser decidida sob a orientação do médico, de acordo com o estado da doente. Os tratamentos minimamente invasivos para a adenomiose são geralmente menos invasivos e menos dolorosos. Os métodos minimamente invasivos são geralmente de intervenção, utilizando a embolização para provocar isquémia, necrose e reabsorção da lesão endometriótica. Os tratamentos minimamente invasivos para a adenomiose são geralmente efectuados por punção vascular e injeção de uma esponja de gel facetado, o que reduz o risco de hemorragia durante o procedimento e de complicações cirúrgicas. Ao mesmo tempo, a cirurgia minimamente invasiva tem feridas mais pequenas, a dor pós-operatória não é óbvia e a recuperação será mais rápida. A intervenção minimamente invasiva para a adenomiose não é adequada para toda a gente e tem algumas complicações. As pacientes com adenomiose devem consultar um médico atempadamente e escolher o plano de tratamento adequado de acordo com a sua própria situação, sob a orientação do médico.