Riscos da cirurgia de peeling de ácido de amêndoa

A técnica de peeling com ácido de amêndoa esfolia a pele velha, desobstrui os poros e promove a produção de pele nova. A utilização a longo prazo promove a produção de tecido dérmico, dando elasticidade e brilho à pele, podendo reduzir as rugas e melhorar as cicatrizes. No entanto, devido à longa duração do procedimento, os efeitos secundários são maiores em comparação com outras técnicas e podem resultar nos seguintes riscos se não forem utilizados dentro de limites seguros: 1. Sensação de comichão e formigueiro: Após o peeling de ácido de amêndoa, os doentes podem sentir irritação, comichão e sensação de ardor, ou aperto, descamação e formação de crostas na pele do rosto. Se sentir estes efeitos secundários, procure imediatamente assistência médica. Não coçar nem descascar as crostas, uma vez que estas se dissolvem por si só ao fim de alguns dias. Quanto maior for a concentração de ácido de amêndoa, maior é a probabilidade de causar efeitos secundários e queimaduras, mas melhor é o efeito de esfoliação instantânea. Os prós e os contras devem ser discutidos em pormenor com o seu médico. A nova pele ficará rosada depois de as crostas da casca terem caído, por isso, não a esfregue, reforce a proteção solar e siga a medicação recomendada pelo seu médico para evitar que a nova pele fique preta; 3. Uma concentração demasiado elevada pode provocar queimaduras na pele, formação de cicatrizes, pigmentação ou perda de pigmentação, sensação anormal da pele, etc.