A química da glucose, que clinicamente se refere à hemoglobina glicosilada, é um item que precisa de ser verificado regularmente em doentes diabéticos e reflecte o nível de glucose no sangue do doente nos últimos 2-3 meses, que é utilizado mais frequentemente na prática clínica e é mais preciso na avaliação da glucose no sangue em doentes diabéticos.
A própria hemoglobina glicosilada refere-se à glicose ou ao açúcar, que é reflectido catalíticamente com a hemoglobina, pelo que testar a hemoglobina glicosilada é um bom indicador do nível de glicose no sangue do organismo, e o intervalo de referência normal situa-se geralmente entre 4% e 6%. O intervalo de referência normal situa-se geralmente entre 4% e 6%. Os resultados podem variar de região para região e de hospital para hospital, pelo que é aconselhável consultar os valores normais do hospital onde o teste foi realizado para determinar o nível de glucose no sangue do paciente. Normalmente em doentes com hemoglobina glicosilada acima dos 9%, a insulinoterapia deve ser administrada prontamente e combinada com os níveis de glicose no sangue para determinar o nível de controlo glicémico para evitar complicações de emergência da diabetes, tais como cetoacidose diabética, acidose láctica diabética, coma hiperosmolar diabético, etc.
A monitorização da hemoglobina glicosilada em doentes diabéticos também pode prevenir complicações diabéticas tais como retinopatia, doença vascular periférica, nefropatia, hipertensão, doença arterial coronária, etc.