O enfarte cavitário refere-se geralmente ao enfarte cerebral lacunar, que não causa palpitações e pânico. O enfarte cerebral cavernoso refere-se a um pequeno enfarte causado pelo bloqueio de pequenas artérias ou capilares, que basicamente não apresenta sintomas clínicos. A principal causa é a degeneração vítrea de pequenas artérias causada pela pressão arterial elevada. Se o local do enfarte for a área funcional do cérebro, haverá perturbações motoras, sensoriais e outras, mas geralmente não aparecem palpitações e pânico. Os enfartes cavitários sem sintomas geralmente não requerem tratamento, mas as doenças subjacentes, como a hipertensão e a diabetes, devem ser ativamente controladas. No caso de doentes com perturbações sensório-motoras ou outros distúrbios da função cerebral, deve ser realizada em primeiro lugar uma terapêutica trombolítica, sendo habitualmente utilizada a uroquinase e o ativador do fibrinogénio de tipo tecidular recombinante. A cirurgia também deve ser considerada se a lesão envolver centros importantes ou se ocorrer hemorragia. Se se sentir mal, deve consultar atempadamente um médico, completar o exame, esclarecer a causa e o diagnóstico e normalizar o tratamento sob a orientação de um médico profissional, de modo a não atrasar a doença.