As causas comuns da tosse do sangue são a tuberculose, o cancro broncopulmonar, a bronquiectasia e outras doenças pulmonares relacionadas. A principal causa de asfixia é a obstrução das vias aéreas devido a coágulos desalojados ou hemorragia maciça. O primeiro passo no tratamento é assegurar que as vias respiratórias do paciente sejam abertas. Isto pode ser feito através de aspiração oral ou nasal e da criação de uma via aérea artificial, tal como intubação traqueal ou traqueotomia. Além disso, a utilização da broncoscopia de fibra óptica está agora a ser utilizada com maior frequência na prática clínica, não só para remover coágulos mas também para parar a hemorragia. Em termos de hemostasia, existem tanto opções médicas como cirúrgicas. Na medicina interna, a hormona pituitária posterior, trombina e outros medicamentos hemostáticos relevantes são normalmente utilizados. O tratamento cirúrgico envolve geralmente a remoção de um lóbulo ou segmento do pulmão para estancar a hemorragia. Além disso, durante o tratamento de pacientes com tosse de sangue, o oxigénio e a pressão sanguínea devem ser monitorizados, a reanimação de fluidos pode ser administrada conforme necessário, e o ambiente interno do paciente deve ser mantido num estado relativamente estável, mantendo o equilíbrio ácido-base e iónico.