A febre nocturna do cancro do pâncreas pode estar relacionada com os pirogénios libertados pelas próprias células cancerosas ou com uma infeção secundária das vias biliares, devendo a causa ser esclarecida a tempo de se proceder ao tratamento causal. Se a febre for causada pela toxina produzida pelo crescimento e reprodução das células cancerígenas, pode ser utilizado o arrefecimento físico, como esfregar o corpo com etanol a 50% ou colocar cubos de gelo ou sacos de gelo na testa e nas axilas; podem também ser utilizados medicamentos para reduzir a febre, como utilizar supositórios analgésicos anti-inflamatórios para reduzir a febre através de um tampão para o ânus, ou tomar ibuprofeno para reduzir a febre por via oral, etc., devendo a utilização de medicamentos respeitar as instruções do médico. Se for causada por infeção secundária do ducto biliar, deve-se à diminuição da imunidade dos próprios doentes com cancro ou à aplicação da hormona adrenocorticotrófica para agravar a baixa imunidade e a invasão de bactérias intestinais no trato biliar para causar febre infecciosa secundária. Geralmente, as cefalosporinas de terceira geração são frequentemente usadas com melhor efeito, e as penicilinas carbapenêmicas também podem ser aplicadas quando necessário, e as drogas antibacterianas também podem ser selecionadas através de cultura bacteriana e teste de sensibilidade a drogas. Os sintomas de febre nocturna do cancro do pâncreas devem ser consultados atempadamente, de modo a não atrasar a doença.