O tempo que se pode viver com diabetes tipo 1 está frequentemente relacionado com o estado individual do doente e com a gravidade da doença.
1) Sobrevivência a longo prazo: Se a glicemia estiver bem controlada e se forem evitadas algumas complicações, a esperança de vida não será afetada e o doente pode sobreviver durante muito tempo.
2) Impacto na esperança de vida: Podem ocorrer complicações agudas na diabetes tipo 1: a cetoacidose e o coma hiperosmolar não cetótico diabético (estado hiperosmolar hiperglicémico) são comuns. A diabetes mellitus tipo 1 tem uma tendência para a cetose espontânea, suscetível de cetoacidose diabética aguda, e os casos graves podem ser fatais.
Em segundo lugar, a diabetes tipo 1 é propensa a complicações infecciosas: os doentes com níveis elevados de glicose no sangue são susceptíveis a infecções, a agentes patogénicos atípicos ou a infecções pré-existentes que não cicatrizam facilmente. A ocorrência de uma infeção sistémica grave ou de uma falência de órgãos pode pôr em perigo a vida e a saúde do doente se não for efectuado um tratamento atempado e eficaz.
Por conseguinte, a diabetes tipo 1 deve ser rigorosamente controlada pela glicemia para evitar o desenvolvimento de complicações, que podem afetar a esperança e a qualidade de vida. Recomenda-se que, após o diagnóstico, os doentes procurem ativamente tratamento sob a orientação de especialistas.