Os diabéticos podem comer aletria, mas devem fazê-lo com moderação.
A aletria é feita de inhame, batata, feijão e outras matérias-primas, que são ricas em proteínas e vários minerais, como ferro, potássio, magnésio, fósforo e cálcio. Pode fornecer ao organismo os nutrientes de que este necessita.
O índice glicémico da aletria é de cerca de 13, não pertence ao índice glicémico elevado dos alimentos, mas o teor de amido na aletria é muito elevado, equivalente ao dos alimentos básicos, e o amido no corpo da enzima será convertido em açúcar, se for ingerido em demasia, é fácil levar a um aumento do açúcar no sangue. Por conseguinte, quando se come aletria, é necessário controlar a quantidade e não comer demasiado, caso contrário terá um impacto no açúcar no sangue pós-prandial.
A ingestão de aletria deve reduzir correspondentemente a ingestão de alimentos básicos, como o arroz e a massa, para atingir o equilíbrio da ingestão total de energia, de modo a garantir que o açúcar no sangue não tenha um impacto demasiado grande.
Além disso, os doentes diabéticos precisam de receber tratamento, mas também de controlar regularmente o valor da glicemia. Para mais informações sobre a dieta, consulte um nutricionista para um consumo científico e racional sob a orientação de um médico.