A hemorragia uterina funcional, ou gonorreia, é uma das doenças comuns em ginecologia. Manifesta-se frequentemente como ciclos menstruais irregulares, períodos prolongados e fluxo menstrual excessivo. As formas mais comuns de hemorragia anovulatória são as que ocorrem durante a puberdade e a menopausa. No caso de hemorragia anovulatória durante a puberdade, é normal que as mulheres tenham períodos irregulares, pois estão a desenvolver-se e os seus órgãos gonadais não estão totalmente desenvolvidos. Contudo, alguns adolescentes podem apresentar menstruação excessiva e prolongada, o que neste caso causa anemia secundária por perda de sangue com sintomas tais como fraqueza, palpitações, tonturas, perda de apetite e depressão. Para a menopausa, a hemorragia uterina funcional é mais comum na prática clínica, manifestando-se como períodos frequentes, períodos prolongados e, num pequeno número de casos, fluxo menstrual excessivo e anemia grave. No entanto, como este período perimenopausal é um período com elevada incidência de tumores ginecológicos, uma vez que as mulheres na menopausa sofrem de menstruação anormal, devem primeiro descartar a possibilidade de tumores ginecológicos e depois tratar a hemorragia uterina funcional de forma sintomática. O médico escolherá o tratamento mais adequado de acordo com os resultados do exame do paciente. É particularmente importante seguir as instruções do médico relativamente à medicação para hemorragia uterina funcional, caso contrário terá o efeito oposto. É muito importante para os pacientes melhorar os seus hábitos de vida, nutrição equilibrada e exercício adequado na sua vida diária.