O que fazer com a creatinina sanguínea da nefropatia diabética 200μmol/L

O tratamento da nefropatia diabética com creatinina no sangue 200μmol/L inclui principalmente tratamento dietético, controlo do açúcar no sangue, controlo da pressão arterial, regulação dos lípidos no sangue, tratamento de complicações, diálise e transplante. 1. tratamento dietético: dieta hipoprotéica de alta qualidade, fornecendo proteína 0,6g/(kg.d); a fim de evitar a ocorrência de desnutrição, deve ser assegurado o fornecimento de calorias suficientes. 2. controlo do açúcar no sangue: a hemoglobina glicada deve ser controlada a cerca de 7% nos doentes com nefropatia diabética. Devido à função renal anormal dos doentes, utilizar sulfonilureias e biguanidas com precaução e escolher medicamentos menos excretados pelos rins, como a acarbose e a pioglitazona. Se necessário, a insulina pode ser utilizada para reduzir o tratamento da glucose. 3) Controlo da pressão arterial: são preferidos os fármacos ACEI/ARB, como o captopril e o irbesartan, mas os doentes devem ser cuidadosamente observados quanto à função renal e ao potássio no sangue. 4. regular os lípidos no sangue: para os doentes com colesterol sérico aumentado, são preferidos os fármacos hipolipemiantes à base de estatinas, como a atorvastatina; para os doentes com triglicéridos aumentados, são preferidos os derivados do ácido fíbrico, como o fenofibrato. Ao mesmo tempo, consumir menos gordura animal. 5) Tratamento das complicações: os doentes com hipertensão, aterosclerose, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, outras doenças microvasculares, etc. devem ser tratados em conformidade para proteger a função renal. Evitar tanto quanto possível a utilização de medicamentos nefrotóxicos. 6) Diálise e transplante: se os doentes apresentarem insuficiência cardíaca difícil de controlar, sintomas gastrointestinais graves, etc., pode recorrer-se à diálise ou ao transplante renal. Se os doentes com nefropatia diabética tiverem uma creatinina elevada, recomenda-se que se dirijam atempadamente a hospitais regulares e recebam tratamento normalizado sob a orientação de médicos.