Os doentes diabéticos não devem praticar sexo com frequência, pois demasiada excitação pode levar a um aumento do açúcar no sangue, e a possibilidade de infeção por microrganismos patogénicos é relativamente maior, porque os doentes diabéticos têm um sistema imunitário mais fraco. O mau controlo do açúcar no sangue pode afetar a função sexual, pelo que não se deve ter relações sexuais frequentes. As relações sexuais frequentes em doentes diabéticos podem provocar um aumento da secreção de glucagon, como a hormona suprarrenal, levando a um aumento do açúcar no sangue. Além disso, os próprios doentes diabéticos têm uma imunidade reduzida e são propensos a infecções microbianas patogénicas, sendo mais provável que o sexo frequente cause doenças infecciosas. Se a duração da diabetes for longa e o controlo do açúcar no sangue não for bom, a função sexual pode ser afetada e a vida sexual frequente não deve ser levada a cabo. Os doentes diagnosticados com diabetes devem cooperar ativamente com o tratamento do médico e manter uma vida sexual moderada.