As directrizes clínicas nacionais não recomendam o arrefecimento físico para a redução da febre, tais como esfregaços corporais de etanol e enemas de água gelada, que muitas vezes aumentam significativamente o desconforto da criança (arrepios, arrepios de ganso, choro, etc.). Ao mesmo tempo, o uso excessivo ou extensivo de métodos de arrefecimento físico para arrefecer o corpo pode levar a que o corpo supere os efeitos do arrefecimento físico, produzindo calor (arrepios) e reduzindo ainda mais a dissipação de calor (constrição capilar da pele, pele arrepiada pela contracção do pili erector).
O cuidado adequado da criança febril pode melhorar o seu conforto aplicando água quente na testa da criança, banhos quentes, reduzindo a quantidade de roupa usada, manchas antipiréticas, cobertores antipiréticos, ventiladores e baixando a temperatura ambiente, tudo isto remove o calor do corpo por condução, convecção e evaporação e faz com que a criança febril se sinta confortável.
Por sua vez, a água fria pode ser utilizada para mergulhar uma toalha, ou pequenos cubos de gelo podem ser colocados numa bolsa de plástico ou borracha para fazer uma almofada de gelo, ou enrolados numa toalha e colocados na cabeça da criança para ajudar a arrefecer o corpo. Se a temperatura não diminuir consistentemente, ou se a temperatura exceder 39°C e as medidas gerais de arrefecimento descritas acima não forem eficazes, pode-se tentar baixar a temperatura com toalhetes de água quente.