Como são tratados e prevenidos os crescimentos verrucosos epiteliais escamosos da vulva?

  A hiperplasia epitelial escamosa vulvar, conhecida no campo médico como distrofia proliferativa, é uma doença vulvar caracterizada pela proliferação benigna de células epiteliais escamosas. A causa da produção e aparecimento de células epiteliais escamosas é actualmente desconhecida, e a doença é vista clinicamente em mulheres de meia-idade antes dos 50 anos de idade, com dados que mostram que pode ser mais comum em mulheres mais velhas na pós-menopausa notificadas no estrangeiro. A análise médica sugere que pode estar relacionada com comichão na vulva devido à humidade e irritação crónica das secreções vaginais femininas.  O principal sintoma da doença é a comichão da vulva, que é muito mais grave do que o musgo esclerosante, e é muitas vezes insuportável para o doente que não consegue resistir ao coçar. Como o coçar localmente estimula as fibras nervosas maiores e inibe os reflexos da comichão das fibras nervosas, a comichão pode ser temporariamente aliviada, mas o coçar em graus variáveis pode levar a um agravamento das lesões e tornar a comichão mais intensa, resultando num ciclo vicioso.  Visualmente, as lesões são principalmente nos lábios maiores, no sulco interlabial, no prepúcio clitorial e na união labial posterior. As lesões são geralmente isoladas, focais ou simétricas na sua natureza. Nas fases iniciais, a pele é de cor vermelha escura ou rosa, com áreas brancas de hiperqueratose. Nas fases posteriores da doença, há espessamento da pele, aumento da pigmentação, e uma pele com uma textura acentuada, que por sua vez se torna musgosa. A doença pode coexistir com o carcinoma invasivo da vulva. O diagnóstico pode ser confirmado por exame patológico.  Tratamento habitual: 1. tratamento geral: Na vida diária, os pacientes precisam de manter a vulva limpa e seca, proibir o uso de drogas irritantes ou sabonetes alcalinos para lavar a pele da vulva, evitar usar roupa interior sintética não respirável, e ficar longe de frutos do mar picantes e alérgicos. Para pacientes com sintomas graves de prurido, especialmente à noite, podem ser adicionados medicamentos sedativos, para dormir e anti-alérgicos.  2. medicação: medicação tópica com corticosteróides é geralmente recomendada para controlar os sintomas de prurido. Os medicamentos comummente utilizados são pomada de fluphenazina ou pomada de tretinoína. Uma vez que o uso prolongado de esteróides pode levar à atrofia local da pele, estes devem ser descontinuados sob supervisão médica quando a comichão diminuir e substituídos por pomada de hidrocortisona para manter o tratamento contínuo. A maioria dos pacientes são tratados eficazmente, mas precisam de aderir à medicação a longo prazo.  3.Physical terapia: tal como terapia de ultra-sons focalizada, laser de CO2, laser de hélio-neon, etc.  4.Surgical tratamento: A taxa de malignidade da doença é relativamente baixa na prática clínica, e ainda existe a possibilidade de recidiva a longo prazo após a cirurgia, pelo que a cirurgia não é geralmente utilizada. O tratamento cirúrgico só é usado quando a medicação ou fisioterapia repetida falhou, ou quando a lesão local tem hiperplasia atípica e tem o potencial de transformação maligna.