1) Excesso de frequência de banhos quentes: Os testículos precisam de um ambiente onde a produção de esperma seja 1°C-1,5°C mais baixa do que a temperatura corporal normal de 37°C. Alguns dados mostram que após 3 dias consecutivos de imersão em água quente a 43°C-44°C durante 20 minutos, a densidade original do esperma de uma pessoa com densidade de esperma normal pode cair para menos de 10 milhões/ml, e isto pode durar até 3 semanas. Por conseguinte, banhos quentes demasiado frequentes e prolongados são inadequados para doentes inférteis com baixa contagem de esperma e baixa viabilidade. Claro que 1-2 banhos quentes por semana durante não muito tempo não importa. 2) Desnutrição e parcialidade: A produção de esperma requer matérias-primas, pelo que a função de produção de esperma e os níveis de nutrição estão intimamente relacionados. Isto não significa necessariamente comer tartaruga ou enguias. Contudo, é ainda essencial comer mais carne magra, ovos, peixe e vegetais para assegurar o necessário fornecimento de proteínas, vitaminas e oligoelementos. As pessoas que se alimentam parcialmente são frequentemente propensas a certas deficiências nutricionais. 3) Depressão mental e fadiga excessiva: a depressão e a fadiga podem afectar a função sexual e a produção de esperma. 4) Excesso de ciclismo, motociclismo, triciclo e equitação: isto causa frequentemente tensão crónica e congestão na próstata e outras glândulas acessórias, afectando a sua função e agravando a inflamação crónica, que afecta a fertilidade.