O espessamento do endométrio é o resultado da ecografia, que permite medir com maior precisão a espessura do endométrio. Clinicamente, o espessamento endometrial é diagnosticado quando a espessura do endométrio ultrapassa o limite superior do intervalo normal na ecografia. As primeiras duas semanas do ciclo menstrual da mulher são designadas por fase folicular. O endométrio neste período é relativamente fino, com 1 cm como limite, e se for superior a 1 cm, é considerado como espessamento endometrial. As 2 semanas após o ciclo menstrual da mulher são chamadas de fase lútea. Neste período, o revestimento do útero é mais espesso do que nos outros períodos, com um limite de 2 cm e, se for superior a 2 cm, é considerado um espessamento endometrial. Quando a mulher entra na menopausa, o revestimento do útero começa a diminuir gradualmente, sendo o limite nesta altura 5 mm, e se > 5 mm é considerado espessamento endometrial. Se o espessamento endometrial estiver claramente presente, deve ser efectuada uma nova histeroscopia e curetagem, se necessário. O espessamento do endométrio em mulheres pós-menopáusicas é frequentemente considerado como pólipos endometriais, hiperplasia endometrial, cancro do endométrio e outras doenças. Recomenda-se o controlo do espessamento do endométrio, devendo dirigir-se a hospitais regulares para exames e tratamentos complementares, de acordo com as suas próprias condições, de modo a não atrasar a doença.