O paciente é um homem com uma esclerótica generalizada de pele amarelada durante 1 mês, com aprofundamento progressivo da icterícia, sem queixas de dor ou outro desconforto. Exame físico: icterícia. Investigações laboratoriais: icterícia obstrutiva. Ultra-som B: condutas biliares intra e extra-hepáticas dilatadas. CT: dutos biliares intra e extra-hepáticos dilatados com ocupação da cabeça do pâncreas. ERCP: consideração da ocupação da cabeça pancreática. Dissecação sob anestesia geral, tipo nódulo pancreático inteiro, duro, sem massa isolada óbvia. A pancreatite crónica foi considerada. Foram realizadas biópsias de perfuração múltipla e a patologia congelada foi a pancreatite crónica. A pancreatite imunitária idiopática foi considerada pós-operatória. O desenvolvimento da pancreatite imunitária idiopática está relacionado com a auto-imunidade do corpo. Diagnosticamente é por vezes difícil distinguir o cancro pancreático do cancro do pâncreas. A imunoglobulina G por electroforese de proteínas é frequentemente elevada. O diagnóstico definitivo depende da patologia da punção. O tratamento é eficaz com aplicações hormonais, mas existe o risco de recidiva.