A raspagem diagnóstica é semelhante à purga em termos de danos; ambas removem tecido da cavidade uterina e são semelhantes em funcionamento, exigindo uma raspagem completa com uma cureta, mas o objectivo da operação é diferente. A raspagem diagnóstica é uma raspagem completa do útero para determinar a presença de lesões endometriais e hiperplasia endometrial, e envolve uma raspagem completa com uma espátula durante 1-2 semanas. Uma curetagem é um aborto seguido de sucção com pressão negativa, seguido de raspagem com uma colher durante 1-2 semanas. A raspagem e a evacuação estão próximas uma da outra, pelo que não há muita diferença entre as duas em termos de danos. O raspagem não é apenas um meio de parar a hemorragia, mas também uma ferramenta de diagnóstico, e os resultados patológicos da raspagem são utilizados para determinar a etapa seguinte do tratamento. A patologia sugere hiperplasia endometrial, que é normalmente tratada com suplementos de progesterona, e cancro endometrial, que é o tratamento padrão para o cancro endometrial. Se uma mulher grávida tiver um aborto incompleto ou um aborto embrionário, é dada uma curetagem. É importante remover rapidamente o útero, uma vez que a remoção tardia resulta geralmente em hemorragia vaginal. Na prática clínica, é importante prestar atenção à recuperação pós-operatória, quer seja um bisturi ou uma curetagem, especialmente não ter outro bisturi num curto período de tempo, e não se recomenda a gravidez num prazo de seis meses. Após a operação, é importante comer uma dieta leve, proibir alimentos picantes e estimulantes, comer alimentos mais nutritivos para facilitar a recuperação, e não ter relações sexuais durante um curto período de tempo.