Hiperplasia verrucosa epitelial escamosa vulvar?

A hiperplasia verrucosa epitelial escamosa vulvar é considerada uma doença sexualmente transmissível causada pelo papilomavírus humano (HPV), sendo as lesões verrucosas o principal modo de transmissão. Os doentes que desenvolvem hiperplasia verrucosa epitelial escamosa vulvar devem procurar assistência médica imediata. A hiperplasia verrucosa do epitélio escamoso vulvar manifesta-se principalmente como organismos supérfluos da pele e das mucosas, cujo tamanho e forma mudam frequentemente, e pode ocorrer nos órgãos genitais externos, no ânus e noutras partes. Em casos graves, a vagina da mulher pode desenvolver um corrimento anormal com um odor desagradável. Quando estas condições são detectadas, não se deve voltar a ter relações sexuais até se consultar um médico. A maioria das doentes com hiperplasia verrucosa epitelial escamosa vulvar apresenta melhorias na pele após o tratamento. É de salientar que as verrugas são propensas a recorrência, mas se não houver recorrência nos 6 meses seguintes ao tratamento, a probabilidade de recorrência é geralmente considerada muito reduzida. Os doentes são aconselhados a seguir o tratamento tal como prescrito pelo seu médico.